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	<title>Web Marketing Tuga &#187; Estudo</title>
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	<description>o melhor do online marketing mundial</description>
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		<title>Estudo Europeu de Email Marketing 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 08:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Email Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.web-marketing-tuga.com/wp-content/uploads/2012/01/estudo-email-marketing.jpg"><img class="size-medium wp-image-3500 alignleft" title="Estudo email marketing" src="http://www.web-marketing-tuga.com/wp-content/uploads/2012/01/estudo-email-marketing-300x199.jpg" alt="Estudo email marketing" width="300" height="199" /></a>Viva,</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje apresento-lhes os resultados de um interessante estudo, realizado pela <strong><a title="Emailvision" href="http://www.emailvision.pt" target="_blank">Emailvision</a></strong>, que revela como os profissionais de Marketing Online europeus integram o email marketing na sua estratégia e como avaliavam o ROI.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumidamente, esta pesquisa revela que apesar de <strong>a maioria dos directores de marketing entenderem quer a importância de segmentar e personalizar, quer o potencial dos dados sobre os consumidores, muitos deles ainda não fazem o necessário para maximizar o ROI das suas campanhas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As principais conclusões do estudo foram:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Os marketers não estão a aproveitar a sua base de dados</strong>: Mais de 85% dos inquiridos acredita que podiam fazer mais com a informação que possuem sobre os clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- A segmentação e personalização são vistas como factores cruciais, mas não estão a ser completamente aproveitados</strong>: Mais de 97% acredita que é importante enviar campanhas de Email segmentadas e personalizadas, e no entanto apenas 20% o faz em todas as suas campanhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- A crescente importância do Email Marketing</strong>: 70% dos inquiridos referem que o Email Marketing tem mais importância na sua campanha global de marketing do que tinha há dois anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- As taxas de click-through são cruciais</strong>: 58% apontaram a taxa de click-through como o principal indicador do sucesso de uma campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Este estudo foi realizado a mais de 700 profissionais de 10 países (Reino Unido, Estados Unidos, França, Alemanha, Espanha, Itália, Bélgica, Holanda, Escandinávia e Suíça) que trabalham em empresas de diversos tamanhos e de vários sectores industriais. <em>in Emailvision</em></p>
<p style="text-align: justify;">Boas campanhas,</p>
<p style="text-align: justify;">Hugo Viegas Nunes</p>]]></description>
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		<title>Estudo &#8211; 57% dos Utilizadores não Gostam de Marcas nas Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 08:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignleft" title="utilizadores não gostam de marcas nas redes" src="http://www.penn-olson.com/wp-content/uploads/2011/02/facebook-dislike-button.jpg" alt="" width="260" height="110" />Viva,

A maioria dos utilizadores das redes sociais nos países desenvolvidos não gosta de receber mensagens publicitárias enquanto usa as redes sociais. A conclusão é de um estudo da TNS que inquiriu 72 mil internautas.

<strong>A percentagem média dos utilizadores que não querem marcas como amigas nas redes sociais é de 57 por cento, nos países desenvolvidos, e 45 por cento, na América Latina</strong>, avança o estudo.

Segundo o SOL, nesta análise conclui-se que os utilizadores não pretendem ser amigos ou fãs de marcas, nem acedem a blogs de empresas, pelo que destacam-se os britânicos com dois terços a afirmarem que não têm qualquer interesse em ser amigos de marcas nas redes sociais.

Por sua vez, os colombianos e os mexicanos parecem ser os mais interessados em ter as marcas como amigas nas redes sociais, com dois terços a considerarem essa situação positiva e 63 por cento a não ter objecções quanto a essa possibilidade, respectivamente.

O SOL avança ainda que um grande dividendo digital entre os vários países analisados, devido aos preços. Utilizadores do Egipto, Nigéria e Índia afirmam não usar mais a Internet por causa do preço, revela esta análise da TNS.  i<em>n SOL</em>

Cumprimentos,

Hugo Viegas Nunes]]></description>
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		<title>Face to Facebook 2011 &#8211; Estudo sobre Facebook em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 11:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[face to facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignleft" title="face to facebook" src="http://www.web-marketing-tuga.com/images/face_to_facebook.jpg" alt="" width="150" height="120" />Viva,

Depois da última vaga do estudo “Face to Facebook”, realizada no final de 2010, a Netsonda apresenta uma nova vaga do projecto que se debruça sobre o Facebook e as marcas em Portugal. O objectivo é dar a conhecer e analisar aquele que é o site com maior crescimento em Portugal, país onde já conta com cerca de 40% da sua população total. Dados de Perfil e de Acesso à Internet, Redes Sociais, Hábitos e Atitudes e Páginas de Marcas no Facebook são os quatro grandes temas abordados.

Questões como “O que procura nas páginas de marcas”, “Motivações para seguir páginas de marcas”, “Que tipo de marcas segue (por sector)”, “Tipo e regularidade de participação nessas páginas” ou “Como se tornou fã” são algumas das muitas questões que o estudo visa responder, servindo de suporte a qualquer marca ou empresa que tenha ou esteja a planear ter uma página no Facebook como parte da sua estratégia.

<strong>Em baixo, destacam-se algumas das conclusões do estudo:</strong>

• 56% dos inquiridos gostam de páginas de empresas, marcas ou produtos;
• 80% dos inquiridos utilizadores do Facebook estão sempre ligados ou ligam-se pelo menos uma vez por dia;
• Quase um terço dos inquiridos (30%) ligam-se ao Facebook via telemóvel (em contraste com 20% em Dezembro de 2010 e 11% em Junho do mesmo ano). 4% dos inquiridos ligam-se via Tablet (ex.: iPad);
• 57% dos inquiridos gasta até 1h por dia no Facebook;
• Mais de um terço (38,3%) dos utilizadores já utilizam o Facebook para fins profissionais;
• 90% dos inquiridos que “gostam” de páginas de marcas no Facebook consideram-nas credíveis;
• 88,4% dos inquiridos que seguem marcas no Facebook visitam sites de marcas na internet (contra 69% dos inquiridos que não seguem marcas no Facebook).
• 56% dos inquiridos que seguem marcas no Facebook falam ou emitem comentários sobre as marcas online ou com amigos e familiares (contra 28% dos inquiridos que não seguem marcas no Facebook).

<strong>Hábitos e Atitudes na utilização do Facebook
</strong>80% dos inquiridos estão sempre ligados ou ligam-se pelo menos uma vez por dia ao Facebook ou estão sempre ligados, através do computador e até mesmo telemóvel. Homens e mulheres ligam-se com a mesma frequência ao Facebook, mas são as mulheres que despendem mais horas em cada ligação. A utilização do Facebook através do telemóvel voltou a subir, estando agora nos 30%, em contraste com 20% em Dezembro de 2010 e 11% em Junho do mesmo ano.

<strong>Páginas de Marcas no Facebook</strong>
As páginas de grupos, como por exemplo causas sociais, são as preferidas de 68% dos utilizadores do Facebook, seguida das páginas de associações (45%). As páginas de empresas, marcas ou produtos atraem 56% dos inquiridos (na vaga de Dezembro de 2010 era de 55%).
Mais de metade (58%) dos inquiridos afirma que passou a “gostar” de páginas de marcas para poder receber informação regular sobre estas e mais de um terço admite que a opinião/impressão sobre essas marcas melhorou depois de terem passado a segui-las no Facebook.

Estas são apenas algumas das conclusões apresentadas na terceira vaga do estudo “Face to Facebook”, realizado em Novembro através de inquérito online junto de uma amostra com origem no Painel Netsonda, constituído por mais de 90 mil participantes. A amostra final utilizada na análise dos resultados é composta pelos 1.000 indivíduos utilizadores do Facebook. <em>in Netsonda</em>

Cumprimentos,

Hugo Viegas Nunes]]></description>
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		<item>
		<title>Ter amigos no Facebook pode afectar positivamente a nossa mente</title>
		<link>http://www.web-marketing-tuga.com/ter-amigos-no-facebook-pode-afectar-a-nossa-mente/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 07:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignleft" title="estudo facebook e a mente" src="http://www.web-marketing-tuga.com/images/facebook_e_a_mente.jpg" alt="" width="256" height="256" />Viva,

O Facebook poderá estar a mudar a mente humana, esta é a conclusão de um estudo publicado no <strong>Proceedings of the Royal Society B</strong> que refere <strong>existir uma relação directa entre o número de amigos dos utilizadores e uma zona específica do cérebro.</strong>

<strong>Segundo o estudo, as regiões do cérebro que estão relacionadas com o número de amigos na rede social desempenham funções no campo da memória e pelo menos numa região que está implicada no autismo.</strong>

Uma das explicações consideradas na investigação é que as diferenças analisadas podem resultar de actividade online no cérebro. No entanto, o estudo refere que pessoas com características específicas no cérebro podem ter uma maior probabilidade de ter mais amigos nas redes sociais e na vida real.

Ryota Kanai, investigador na Universidade de Londres, explica que: "<strong>Encontrámos algumas zonas do cérebro interessantes que parecem estar ligadas ao número de amigos que temos, tanto no mundo real como no virtual".</strong>

"As redes sociais são muito influentes, mas ainda compreendemos muito pouco o impacto que tem no nosso cérebro", refere o coordenador da equipa de investigadores Geraint Rees. E acrescenta que: "O nosso estudo vai ajudar-nos a começar a perceber como as interacções com o mundo são mediadas via redes sociais. Isto permitirá começar a colocar questões inteligentes sobre a relação entre a Internet e o cérebro. Questões científicas, não políticas". <em>in</em> Diário Digital]]></description>
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		<title>Estudo sobre Perfil do Utilizador Português do Linkedin &#8211; 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 08:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a title="linked portugla" href="http://www.web-marketing-tuga.com/images/infograma%20linked%20portugal.jpg" target="_blank" rel="nofollow"><img class="alignleft" title="estudo linked portugal" src="http://www.web-marketing-tuga.com/images/infograma%20linked%20portugal.jpg" alt="" width="95" height="368" /></a>Viva,</p>
<p style="text-align: left;">Hoje apresentamos-lhes um interessante <a href="http://www.web-marketing-tuga.com/images/infograma%20linked%20portugal.jpg" target="_blank" rel="nofollow" >Estudo sobre o Perfil do Utilizador Português do Linkedin</a> desenvolvido pela equipa do <strong>Linked Portugal.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Pelo estudo percebemos que o <strong>Top 5 de profissões</strong> com mais utilizadores em Portugal são:</p>
<p style="text-align: left;">1 - Académicos (36.000 utilizadores)</p>
<p style="text-align: left;">2 - Vendedores (33.000 utiliz.)</p>
<p style="text-align: left;">3 - Engenheiros (31.000 utiliz.)</p>
<p style="text-align: left;">4 - Administrativos (28.000 utiliz.)</p>
<p style="text-align: left;">5 - Técnicos de informação (22.000 utiliz.)</p>
<p style="text-align: left;">Relativamente à <strong>faixa etária</strong> denota-se um maior foco nos utilizadores com + de 55 anos e nos utilizadores entre os 25 e 34 anos.</p>
<p style="text-align: left;">Quanto ao <strong>género,</strong> o masculino tem 55% e o feminino 45%.</p>
<p style="text-align: left;">Os resultados são algo interessantes e de certo modo bizarros se partirmos do princípio de que o grupo etário com maior número de elementos ser de + de 55 anos e a profissão com maior nº de utilizadores ser Académicos.</p>
<p style="text-align: left;">Bom networking,</p>
<p style="text-align: left;">Hugo Viegas Nunes</p>
<p style="text-align: left;"></p>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo &#8211; Empresas portuguesas cotadas em bolsa têm fraca presença nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 11:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[empresas portuguesas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignleft" title="empresas portuguesas com fraca presença nas redes sociais" src="http://blog.crowdscience.com/wp-content/uploads/2011/06/companies_banning_social_media.png" alt="" width="326" height="239" />Viva,

Hoje apresento-lhe um estudo revelador mentalidade retrógrada que se vive nos departamentos de marketing das maiores empresas portuguesas.

<strong>57% das empresas não têm página oficial de Facebook, 76% não têm um canal próprio no YouTube e 73% ainda não integram o Twitter.</strong>

<strong></strong>As conclusões são do 1º Barómetro de Reputação Online, uma iniciativa da Imago - Llorente &#38; Cuenca apoiada pela Euronext Lisbon. O estudo analisou a presença das 50 maiores empresas cotadas na Euronext Lisbon e os seus gestores no ambiente da Web, em comparação a 40 referentes internacionais de sectores de actividade que vão desde as telecomunicações e tecnologias de informação aos media, energia, banca indústria, infra-estruturas e construção, distribuição automóvel e desporto, entre outras. Para a concretização do estudo, a Imago analisou a visibilidade e a notoriedade das empresas, de acordo com o volume e a qualidade das referências sobre estas entidades no Google, YouTube, Facebook e Twitter.

<strong>No ranking global das empresas analisadas</strong>, tanto a nível nacional como internacional, num total de 90 entidades, <strong>destacaram-se as SAD do Futebol Clube do Porto e do Sporting</strong>, posicionadas entre as 20 empresas com melhor reputação online.

Enquanto que 37% das empresas portuguesas se vêem atingidas por ameaças à reputação institucional no Google, no que respeita aos seus empresários esse valor cresce para os 55%.

<strong>Os gestores do sector media são os que se encontram sujeitos a uma maior exposição</strong>, sobretudo no Facebook e no Twitter, ainda que o seu índice de popularidade seja metade daquele que apresentam os seus referentes internacionais.
Se no caso das equipas de futebol é a marca que se impõe no que toca à visibilidade, no caso do sector de media são os gestores que gozam de uma maior presença, em alguns casos, tornando-se superiores às da empresa que representam.

O estudo surge inserido no Observatório de Reputação Online da Imago - Llorente &#38; Cuenca, departamento que engloba o acompanhamento contínuo da reputação das principais empresas cotadas em Bolsa em Espanha, América Latina e agora também em Portugal. <em>in Marketeer</em>

Cumprimentos,

Hugo Viegas Nunes]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo &#8211; Publicidade móvel duplica receitas em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 21:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Viva,

Como todos sabemos a publicidade em equipamentos mobile é "o futuro".

Se o investimento em anúncios para dispositivos móveis se fixava, até agora, nos 0,5% do total dos orçamentos, em 2014 este investimento ascenderá aos 4%.

Os mercados norte-americano e da Europa Ocidental serão os que apresentarão um maior crescimento a este nível, podendo representar, em 2015, respectivamente, 28% (mais de 4 mil milhões de euros) e 25% (mais de 3,5 mil milhões de euros) do mercado global. Ainda assim, pela posição de líder responde - e responderá - a região da Ásia/Pacífico e do Japão, que conta de momento com uma quota de 49% e que em 2015 assumirá uma fatia de 33,6% do mercado (mais de 4.800 milhões de euros).

Abraço,

Hugo]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo &#8211; Porque se faz &#8220;like&#8221; na página de uma marca?</title>
		<link>http://www.web-marketing-tuga.com/estudo-porque-se-faz-like-na-pagina-de-uma-marca/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 10:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sua imparável senda de estudos a <strong>Exact Target</strong> realizou mais um, desta vez sobre a mais popular rede social do momento intitulado "<strong>Facebook X Factors</strong>".

Uma das interessantes temáticas que foram abordadas neste estudo foi o saber o que leva um utilizador do facebook a fazer "like" na página de uma marca, empresa ou associação.

Os resultados foram:

<span style="font-size: 13.2px;"><img class="alignnone" title="estudo facebook" src="http://www.web-marketing-tuga.com/ficheiros/estudo_porque_consumidores_like.jpg" alt="" width="586" height="461" /></span>

<span style="font-size: 13.2px;">
</span> <span style="font-size: 13.2px;">Os resultados foram parecidos aos de outros estudos sobre os motivos pelos quais as pessoas dão os seus contactos a empresas.  Parece que o pessoal dá prioridade total ao facto de ter conhecimento de promoções, descontos e borlas... </span>

Cumps,

HVN]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo &#8211; Sexo Feminino em maioria nas redes sociais</title>
		<link>http://www.web-marketing-tuga.com/estudo-sexo-feminino-em-maioria-nas-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.web-marketing-tuga.com/estudo-sexo-feminino-em-maioria-nas-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 00:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[comscore]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignleft" title="mulheres em maioria nas rades sociais" src="http://www.web-marketing-tuga.com/ficheiros/mulheres_nas_redes_sociais.jpg" alt="" width="208" height="208" />
<p style="text-align: left;"></p>
<p style="text-align: left;">Elas mandam nas redes! É o que diz um<strong> estudo da Comscore</strong>.</p>
Em Maio deste ano, 75,8 por cento dos internautas do sexo feminino utilizaram redes sociais, contra 69,7 por cento do sexo masculino.

<strong>São as internautas sul-americanas as mais fiéis às redes sociais (94%), seguindo-se as norte-americanas (91%), as europeias (85,6%) e as internautas da região da Ásia-Pacífico (55%),</strong> revelam os dados da comScore.

O domínio das mulheres nas redes sociais faz-se sentir não só nos sites mais populares a nível mundial - como o<strong> Facebook </strong>-, mas também em serviços mais localizados ou com temas mais específicos, como a <strong>partilha de fotos. </strong>A única rede em que a utilização por homens e mulheres está mais equilibrada é no<strong> Twitter</strong>.

<strong>As mulheres também ficam na frente em relação ao tempo gasto neste tipo de sites - cerca de cinco horas e meia por mês, face aos homens que costumam navegar quatro horas. </strong>

Independentemente do tipo de sites que escolhem para navegar, a comScore refere que o comportamento dos internautas também é diferente consoante são mulheres ou homens. <strong>O sexo feminino domina as compras online, excepto em produtos informáticos e artigos desportivos.</strong> Por sua vez, as mulheres também são frequentadoras mais assíduas de sites sobre saúde. <em>in Tek</em>

Cumprimentos,

HVN]]></description>
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		<item>
		<title>Estudo &#8211; Porque dão os consumidores os seus emails a empresas?</title>
		<link>http://www.web-marketing-tuga.com/estudo-porque-dao-os-consumidores-os-seus-emails-a-empresas/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 19:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Email Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignleft" title="estudo email marketing" src="http://www.web-marketing-tuga.com/images/estudo_email.jpg" alt="" width="312" height="190" />

Pessoal, hoje apresento-lhes um dos estudos mais interessantes do momento para quem faz email marketing.

A empresa de email <strong>Exact Taget</strong> realizou em Abril último um estudo chamado <strong>"E-mail X-Factors" </strong>que visou, entre outras coisas, saber os motivos pelos quais os consumidores "dão" os seus endereços de emails a empresas (opt in).

Os resultados foram reveladores...

Os descontos e promoções lideraram as preferencias com 67%,  as "borlas " vêm logo a seguir com 55% e a possibilidade de receber updates sobre saldos/produtos ficam entre os 50% e os 45%.

<img class="alignnone" title="Estudo - porque os consumidores dão os seus emails às empresas?" src="http://www.web-marketing-tuga.com/images/117020.gif" alt="" width="324" height="466" />

Com estes dados já poderão focar a vossa campanha de angariação de emails nas estratégias que mais geram resultados.

Boa sorte ;)

HVN]]></description>
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