Archive for the ‘Social Media’ Category

Viva,

Foi anunciada nesta semana a Chime.In, uma nova rede social que oferece dólares em troca de cliques.

Eles prometem depositar na conta bancária dos utilizadores metade do que ganharem com os anúncios publicados nos perfis. :)

A nova rede social permite também o normal que é publicar fotografias e vídeos, partilhar links e postar comentários.

“Finalmente os interesses dos criadores dos conteúdos são alinhados com os interesses de quem os publica, já que passam a ser remunerados pelo duro trabalho”, disse Bill Gross – o director geral.

Bill Gross acredita que o Chime.In vai ser capaz de vingar no competitivo universo das redes sociais, tendo já assinado contratos com gigantes do entretenimento como a Disney, E!Entertainement , Universal Pictures e Bravo TV. “Celebridades, estúdios de cinema, programas de televisão e editoras vão querer criar páginas no Chime.In, porque ao contrário do que acontece no Facebook, podem ganhar dinheiro com isso e não apenas quando as pessoas clicam nos links”, explicou Bill Gross.

Recorde-se que a ideia não é pioneira. O YouTube já paga em função da audiência dos vídeos publicados e o Twitter parece estar a ponderar fazê-lo. Dick Costolo, director executivo do Twitter, já tinha anunciado que a empresa está a pensar em dividir parte das receitas com determinados utilizadores. Além disso, já há quem ganhe dinheiro com o Twitter, através de tweets patrocinados. in Expresso

Vamos lá ganhar a socializar!

Hugo Viegas Nunes

Viva,

O Facebook Ads está a tomar proporções Adwordianas… À medida que cada vez mais marcas dirigem o seu investimento publicitário para esta plataforma os custos por clique não param de aumentar.

Só no último ano o preço da publicidade no Facebook aumentou 74 por cento!!

A informação foi divulgada pelo Financial Times (FT), com base num estudo da TBG digital, empresa independente especializada nas redes sociais, e que mostra que o custo por clique de um anúncio no Facebook aumentou 74 por cento durante o último ano em quatro dos maiores mercados de media mundiais. Alem disso, o preço de colocar publicidade cobrado por cada mil anúncios vistos, subiu 45 por cento em termos anuais.

Os mercados analisados são os Estados Unidos, o Reino Unido, a França e a Alemanha.

Outro estudo recente, de outra empresa de marketing digital, a Efficient Frontier, mostra que o preço por cada clique dos anúncios aumentou 22 por cento no segundo trimestre de 2011, quando comparado com os primeiros três meses do ano. Em declarações ao FT, Jonathan Beeston, director de marketing da Efficient Frontier, adiantou a previsão de que os gastos em publicidade no Facebook deverão crescer 80 por cento face ao ano passado. in Público

Eles levam tudo e não deixam nada…

Hugo Viegas Nunes

Viva,

Hoje apresento-lhe um estudo revelador mentalidade retrógrada que se vive nos departamentos de marketing das maiores empresas portuguesas.

57% das empresas não têm página oficial de Facebook, 76% não têm um canal próprio no YouTube e 73% ainda não integram o Twitter.

As conclusões são do 1º Barómetro de Reputação Online, uma iniciativa da Imago – Llorente & Cuenca apoiada pela Euronext Lisbon. O estudo analisou a presença das 50 maiores empresas cotadas na Euronext Lisbon e os seus gestores no ambiente da Web, em comparação a 40 referentes internacionais de sectores de actividade que vão desde as telecomunicações e tecnologias de informação aos media, energia, banca indústria, infra-estruturas e construção, distribuição automóvel e desporto, entre outras. Para a concretização do estudo, a Imago analisou a visibilidade e a notoriedade das empresas, de acordo com o volume e a qualidade das referências sobre estas entidades no Google, YouTube, Facebook e Twitter.

No ranking global das empresas analisadas, tanto a nível nacional como internacional, num total de 90 entidades, destacaram-se as SAD do Futebol Clube do Porto e do Sporting, posicionadas entre as 20 empresas com melhor reputação online.

Enquanto que 37% das empresas portuguesas se vêem atingidas por ameaças à reputação institucional no Google, no que respeita aos seus empresários esse valor cresce para os 55%.

Os gestores do sector media são os que se encontram sujeitos a uma maior exposição, sobretudo no Facebook e no Twitter, ainda que o seu índice de popularidade seja metade daquele que apresentam os seus referentes internacionais.
Se no caso das equipas de futebol é a marca que se impõe no que toca à visibilidade, no caso do sector de media são os gestores que gozam de uma maior presença, em alguns casos, tornando-se superiores às da empresa que representam.

O estudo surge inserido no Observatório de Reputação Online da Imago – Llorente & Cuenca, departamento que engloba o acompanhamento contínuo da reputação das principais empresas cotadas em Bolsa em Espanha, América Latina e agora também em Portugal. in Marketeer

Cumprimentos,

Hugo Viegas Nunes

Viva,

Segundo uma notícia publicada na Mashable, o Facebook introduziu um programa que oferece aos consumidores um incentivo financeiro para verem anúncios no site.

O Facebook começa agora a recompensar os utilizadores que vêem determinados anúncios com os chamados “Facebook credits”, a moeda virtual do Facebook que irá tornar-se o meio de pagamento oficial a partir de Julho 2011. A partir desse dia todos os responsáveis pelo desenvolvimento de jogos sociais na plataforma terão que aderir a este processo de pagamento através dos “Facebook Credits”, actualmente aceites em mais de 350 aplicações de mais de 150 “developers”, nomeadamente de 22 do Top 25 jogos do Facebook.

Numa fase inicial este incentivo, em média, irá ser equivalente a um crédito, ou seja 10 cêntimos. Os anúncios visados serão maioritariamente nos jogos. Crowdstar, DigitalChocolate e Zynga estão entre alguns dos jogos considerados. O Facebook está a trabalhar igualmente com Sharethrough, Social Vibe, Epic Media e SupersonicAds para fornecerem os anúncios no programa assim como TrialPlay que disponibilizará as estatísticas.

Dan Greenberg, CEO do Sharethrough refere “ O movimento do Facebook representa um passo em frente ao nível da publicidade sem interrupção. Greenber, cujos clientes incluem a Microsft e a Nestlé afirma que a sua rede não irá disponibilizar publicidade tradicional mas sim “brand entertainment” que os consumidores irão desejar ver e partilhar com os amigos.

Incentivat os consumidores a ver anúncios é uma solução para as baixas taxas de click nos banners do Facebook.Esta novidade surge na sequência do site ter expandido o seu programa Credits que permitia aos consumidores comprar produtos do mundo real publicitado no FacebookDeals. in Briefing

Bons cliques!

Hugo Viegas Nunes

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Hugo Viegas Nunes (CV)

Online Marketing Specialist


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